A música coral está mais pobre

Um dos maiores compositores de música erudita da actualidade, o Pdr. Joaquim Gonçalves dos Santos, faleceu com 72 anos de idade.

Joaquim Gonçalves dos Santos, nasceu em Riodouro, Cabeceiras de Basto, em 1936. Iniciou os seus estudos musicais nos seminários arquidiocesanos de Braga com o Maestro Manuel Faria, compondo nessa altura de estudante vários cânticos para Coro e Órgão, e já no final dos seus estudos uma Cantata a Santa Cecília para 4 vozes iguais, estreada a 22 de Novembro de 1968 – orquestrada agora no ano de 2000.

A sua produção musical é abundante e variada, tocando os vários sectores da arte musical desde a recolha e harmonia de várias canções populares, canções didácticas para piano e/ou instrumentarium Orff, composições para Banda, Coro e Banda, Música de Câmara (para os mais variados complexos instrumentais) até à música Sinfónica ou Coral-Sinfónica.

Destacam-se cinco Cantatas para Solistas, Coro e Orquestra, Três Missas e Te Deum para Coro e Órgão, dois Te Deum (um com Orquestra e outro com instrumentos de Sopro); dois Stabat Mater (um para Barítono Solista, Coro e Orquestra – estreada em Maio de 2001 em Fátima – e outro com Instrumentos de Sopro); Laudate Dominum – estreado em Fátima ; Tantum Ergo e Domus Domini (Coro e Orquestra), entre muitas outras  obras.

Um destaque especial para as suas últimas criações: Roma Eterna – Sinfonia para Orquestra e Passio et Mors D.N.J.C. Secundum Lucam para 5 Solistas, Coro e Orquestra.

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