Arquivos Mensais: Agosto 2009

:: a festa da vindimas…

1182VINDIMAS%20ESTREITO%202006-25… já está à porta. é já no próximo fim-de-semana de 04 a 06 de Setembro que a freguesia do estreito de câmara de lobos acolhe mais uma edição deste importante certame tradicional do calendário turístico e promocional da madeira.

num vasto programa de animação musical com grupos e artistas convidados, destaque para a actuação de vânia fernandes e joyce bahia. com concerto agendado para 5 de setembro, a jovem madeirense irá interpretar um conjunto de temas musicais que contribuiram para o seu sucesso na operação triunfo e no festival da canção e eurovisão. joyce bahia leva ao estreito os ritmos brasileiros com destaque para o fórró.

A exemplo do ano passado a festa das vindimas decorrerá no mercado municipal do estreito com um programa bastante diversificado, conforme se pode constatar na agenda:

4 de setembro

(sexta-feira)

18h00 – musica ambiente

19h00 – feira de artesanato

19h00 – duo altomar

20h00 – paulo costa

21h00 – folk group “garmonica” de st. petersburgo, rússia

22h00 – the kolkle group dzitari da letónia

23h00 – 6 pr`a música

 

5 de setembro

(sábado)

08h30 – feira de artesanato

09h00 – recepção das entidades

10h00 – vindimas ao vivo, na quinta da pinheira

11h00 – cortejo etnográfico

- borracheiros do estreito

- vindimadeiras do estreito

- grupo folclórico de santa rita

- grupo folclórico do jardim da serra

- grupo folclórico romarias antigas do rochão

- grupo de folclórico e etnográfico da boa nova

- folk group kalmarsundsdansarna – suécia

- folk group “garmonica” – rússia

- rancho folclórico madeirense da casa da madeira community centre – canadá

- casa do povo do estreito de câmara de lobos

- casa do povo da quinta grande

- casa do povo do jardim da serra

11h30 – pisa e repisa ao vivo

12h00 – concurso do vinho “quem é o mais rápido”

12h15 – actuação dos grupos folclóricos participantes no cortejo

19h00 – musica ambiente

20h00 – naja

21h00 – big band da brc

22h00 – vania fernandes

23h00 – joyce bahia – brasil

00h00 – encerramento

 

6 de setembro

(domingo)

09h00 – feira de artesanato

19h00 – grupo folclórico da quinta grande

20h00 – vozes da terra

- andraeina gomes

- marisa gomes

- hélder paulo

- cristina nunes

21h00 – banda d`além

22h30 – marco gil e hot dancers

00h00 – encerramento


::será chuva, será gente?

gente é certamente, porque a chuva não bate assim!

em mais um dia repleto de verão, deixamos aqui mais uma sugestão musical para deleite de todos quantos o possam escutar. trata-se de uma proposta do coro Perpetuum Jazzile, que com sons corporais reproduzem genialmente o trepidar da chuva que cai.

simplesmente espectacular.

more about “::será chuva, será gente…“, posted with vodpod

 

 


::dia mundial da FOTOgrafia

porque hoje se assinala o dia mundial da FOTOgrafia deixamos aos nossos leitores esta pequena sugestão [retirada daqui]. a imagem fala por si. a luz é perfeita, e destaca do imenso escuro a performance solitária dos artistas… no que, diga-se de passagem, nem é bem o nosso caso, porquanto, quando estamos em palco, a nossa, é mais uma solidão do género acompanhada…

2826120


:: estórias | as «festas de agosto» [1]

…no vagar da agitação destes dias efémeros, recupero da memória a lembrança dos tempos pretéritos em que as festividades religiosas tinham uma outra relevância e marcavam decisivamente a corrente dos dias. ah! o frenezim, a ansiedade, o desassossego que se instalava nas semanas que antecediam as «festas de agosto». e a agitação crescia, excitava com o passar dos dias, que demoravam, que eram infindáveis, entre brincadeiras pueris nos escassos caminhos rústicos, entre a modorra das tardes solarengas passadas na berma de um qualquer tanque de água de rega, barrenta, revolta por mergulhos hesitantes.

e, algumas semanas antes das «festas», a viagem monótona de autocarro, que nos conduzia, a mim e à mãe, à cidade, como que em peregrinação anual. o funchal que nesse tempo era tão distante, inacessível. ah! a cidade! e o autocarro estacava na paragem e à nossa frente a porta abria-se, com vagar, lenta, como o correr desses dias, como se não tivesse pressa de zarpar. e eu, agitado, galgava num rompante os enormes degraus, percorria o corredor e perscrutava os bancos disponíveis, para sentar, a mim e à mãe. e ela, sempre, advertia, por uma insondável razão, que os bancos, esses, tinham de ser os do meio, nem muito à frente, nem muito a trás. eu obediente concordava, porque no meio está a virtude. entrementes, o cobrador de bilhetes, com voz rústica e tosca, gritava do fundo do autocarro: - «siga!». um solavanco seco recuperava-nos do torpor, o autocarro retomava a viagem. sentado junto à janela, com olhos curiosos, observava a lenta película que o vidro do meu assento me projectava. a estrada íngreme e sinuosa, que serpenteia a difícil montanha e os vales do povoado. as casas, as vinhas, os poios cultivados, aqui e além um homem que transporta, às costas, um incómodo fardo de lenha. o filme desliza, moroso, e as imagens transfiguram-se. outras casas, muitas casas, coloridas, alcandoradas numa breve elevação que avança do mar. e, nisto, avistávamos um vasto manto de telhados, entrecortado pelas vielas estreitas, que abraçam o mar azul, imenso, da baía dos lobos. e o autocarro parava. agora, o vidro da minha janela contempla-me uma tela harmoniosa, com uma celeste amalgama de casas, barcos, marujos, crianças. a algazarra das vozes que saem e das vozes que entram no autocarro interrompem-me a visão mirífica. à vez, uma torrente contínua de homens, de mulheres, de crianças, com fácies de traços tangerinos, o olhar vazio e a tez queimada, precipita-se no habitáculo do autocarro, à cata dos poucos assentos ainda disponíveis. de novo a voz rústica e tosca ordenava: – «siga!«; e o autocarro seguia viagem, deixando para traz o odor inconfundível do peixe que secava no calhau. a zoada pastosa e molenga, a lengalenga quase imperceptível, amainava e os passageiros continham as palavras e entravam numa sonolência passageira. à janela, retomo o filme melancólico e vagaroso, com o mar ao fundo, infinito.

depois, era a cidade. o autocarro percorria as ruas do funchal, reconhecendo-lhes o sentido, a direcção. nas ruas, os passeios de calçada portuguesa, amparavam o andar errante dos transeuntes, indiferentes de mim, de todos nós que agora chegávamos à cidade. o motorista conduzia o autocarro para a paragem em frente ao comando militar, na imensa avenida do mar, rendilhada de exuberantes árvores e de palmeiras. e pela última vez, a voz rústica e tosca, brandia, com voz de comando:  – «porta de ‘traz!». as portas obedeciam e escancaravam-se. nas entranhas daquele imenso monstro o povoléu revolvia-se e, numa espécie de incontido vómito, a horrenda máquina regurgitava os passageiros lançando-os no alvoroço urbano.

estacada no passeio a mãe recompunha-se, ajeitava-me a camisa, segurava firme a minha mão, e mergulhavamos na turba. num passo estugado percorríamos as ruas da cidade. sem delongas visitávamos as costumeiras lojas. as mesmas montras, as mesmas pessoas que nos atendiam, quase reconhecia os rostos dos clientes, desde que, haviam já vários meses, ali tínhamos estado. a empregada do balcão, com um olhar desdenhoso, perguntava-nos, com indiferença, o que queríamos. e a mãe, insegura da altivez urbana, com a voz a se lhe embargar, murmurava: – «quero comprar uma camisa e umas calças para esta criança!», e eu encolerizava-me, que já não era criança, mas continha a minha revolta. a empregada olhava-me de soslaio, mirava-me de cima a baixo, sem esboçar a mínimo sentimento ou emoção, virava-nos as costas, apeava-se num escadote e punha-se à cata, por entre pilhas multiformes de tecidos e de roupas, as calças e a camisa, que depois nos atirava ao balcão, dizendo: – «veja se isto serve?». servia, certamente. – «é mesmo isto!», ripostava a mãe. e na sapataria o mesmo apático diálogo. e, assim, sem a minha permissão, sem o meu consentimento, indiferente de mim, fora decidido e comprado a roupa que eu haveria de estrear nas «festas de agosto». e era assim que, todos os anos, nestas festas, estreava sempre uma muda inteira de roupa, nova. e era com essa roupa envergada no meu corpo franzino que, no dia da «festa», descia a ladeira que nos conduzia à igreja, renovado, vaidoso, elegante, exibindo a minha fugaz e efémera glória. e era com essa roupa nova que, de aqui em diante, iria todos os domingos à missa; e era com ela que iria aos escassos e fortuitos acontecimentos especiais. – «zela essa roupa! óh rapaz! tem modos e não estragues a roupa da missa.», advertia a mãe. eu zelava-a com todo o cuidado, como quem guarda um tesouro precioso. tinha que durar pelo menos um ano, pois apenas no ano seguinte regressaria ao funchal, com a mãe, no autocarro molengão, alguns dias antes das «festas de agosto», para comprar a roupa nova… (continua…)


::o tapete de flores…

DSC01582…das festas do Santíssimo Sacramento, na paróquia de n. s.ª da graça, no estreito de câmara de lobos, é uma das grandes atracções das festividades religiosas que neste fim-de-semana decorrerão naquela localidade. desde tempos imemoriais os populares dos diversos sítios da freguesia reunem-se com algumas semanas de antecedência para a preparação dos materiais vegetais e de flores que irão servir de ornamentação ao tapete que elaboram no dia da festa do santíssimo. em romarias, deslocam-se às serras e a algumas quintas particulares da madeira para catar e recolher as candeias dos castanheiros, a aparar os cedros, as hortenses, etc, que depois são pacientemente cortados em pequenos pedaços. no dia da festa, logo pela manhã, crianças e adultos percorrem as casas dos moradores dos sítios para que ofertem flores dos seus quintais e 17_Agosto_2008_(9)jardins, as quais servirão para cerzir e ornar os tapetes. na dia da festa, enquanto decorre a missa, e sob o olhar curioso que milhares de pessoas residentes na freguesia e rorasteitos, começam a montar o tapete que percorre as ruas que circundam a igreja e por onde passará a procissão.

para ver mais imagens do tapete do ano passado, do sítio da igreja, clicar aqui.


:: as festas de agosto…

…já estão à porta. deixamos aqui um pequeno apontamento histórico sobre estas festividades na freguesia do estreito de câmara de lobos, que retiramos daqui.

Festas de Agosto no Estreito, anos 50

Denominação dada às festividades religiosas quer em honra de Nossa Senhora da Graça, quer em honra do Santíssimo Sacramento e que têm lugar no dia 15 de Agosto e domingo seguinte, na freguesia do Estreito de Câmara de Lobos.
igreja estreito

Segundo o Eco do Funchal de 4 de Agosto de 1954 são estas festas as maiores festas da freguesia preparadas com novenas que começam no dia 1 de Agosto. Estas festas marcam para o povo o principal ponto de referência do ano. Todos ricos e pobres para elas se preparam com roupas novas, sapatos, fatos, etc. de modo que as lojas cá da terra não têm outro mês que se lhe iguale em movimento e gaveta cheia.
Com efeito, na freguesia do Estreito de Câmara de Lobos, as festas de Agosto eram sempre tradicionalmente celebradas com grande alvoroço e desusada alegria que aproveita a ocasião para estrear fatos novos, calçado novo etc.
Em casa era costume matar-se uma cabra para a família. Nas semanas precedentes, alfaiates, costureira, sapateiros, todos não tinham mãos a medir. Todos preparam as festas e quando elas chegam, todos as celebram a seu modo, ouvindo e deliciando-se com os toques das músicas, com discantos, com danças, vinho, foguetes  .
Em vésperas de mais umas festas de Agosto, o correspondente do Jornal da Madeira no Estreito de Câmara de Lobos, na edição de 15 de Agosto de 1925 ao referir-se a estas festas diz que  parece respirar-se já um ambiente de festa tanto dentro como fora da igreja.
Pelos caminhos cruzam-se homens e mulheres curvados ao peso de alvacentos sacos cheios de grão, que caminham em direcção ao moinho, onde o afável moleiro aguarda a chegada do novo cereal e inquire a cada freguês qual o produto de suas colheitas, esperando nos seus bons desejos resposta para uma felicitação, enquanto a activa moleira varre apressada as prateleiras que hão-de suster o grão, porque na ribeira sob a vigilância duma sua filha a esperam as colchas que pretende tornar de neve para enfeite dos seus leitos nos próximos dias de festa. As raparigas alegres vêmo-las como subtis borboletas esvoaçando de casa à loja, desta à costureira onde será confeccionado o agarrido blusão que vão estrear nestes dias, por ventura oferta de sua mãe como prémio dos cuidados e desvelos dispensados a seus pequeninos irmãos. O jovem aldeão no assobiar as arraias do seu acanhado repertório se nota estar alegre, porque a vaca do casal cuja engorda tanto suor e sacrifício lhe custou, será levada ao matadouro e com o produto dela seu pai num rasgo de reconhecimento e generosidade fraternais vai pagar-lhe o novo fato e as insídias botas com que irá apresentar-se às festas. Está contente o pequeno campónio porque a cabrinha de há tanto é objecto de suas canseiras e das quotidianas recomendações do pai, quando ao alvorecer do dia saia para o amanho das suas terras, será morta para constituir nesses dias, a principal iguaria no banquete de família. Anima-se o velho porque a sua prole dispersa dentro e fora da freguesia aproximar-se-á a beijar-lhe a rugosa mão e a suavizar-lhe com o seu carinho a sentida lágrima da sua fundente saudade. Finalmente tudo se anima, tudo se agita em relação à festa: até o forno, esse compartimento sombrio e triste das nossas moradas vai despojar-se do negro manto em que se envolve desde o natal e vestirá de gala cobrindo-se com o rubro manto que lhe dará o fogo sob cuja acção será cozido o nosso saboroso pão de rale e o almejado brindeiro da criancinha tantas vezes prometido no colo de sua mãe que sob um tiroteio de beijos lhe assegura que vai tê-lo em breve por ocasião da grande festa de Nossa Senhora.


:: o programa…

… para a actuação do próximo domingo, dia 16 de Agosto, na igreja da paróquia de Nossa Senhora da Graça, no ambito das festividades do Senhor do Santissimo Sacramento, já está definido…

Cântico de entrada – Cantai a Deus um cântico novo

Kyrie – Missa N.º 2 Diericx

Glória – N.º2 de Diericx (Sib)

Salmo – Tomarei o cálice da salvação….

Aleluia de M. Simões

Ofertório – Este pão e vinho Senhor

Sanctus – Missa n.º 4 Diericx

Pai Nosso – Melodia de Paul Simon

Agnus Dei – Missa n.º 4 Diericx

Comunhão – O Corpo de Jesus é alimento

Acção de Graças – Eu quisera, Jesus adorado….

Final (?) – Hinos de Glória

Saída da procissão – Lauda Jerusalem + Benedictus qui veni

Entrada da procissão – Cristo vence

Adoração:

  • Veneremos, adoremos a presença do Senhor
  • Meu Deus eu Creio, adoro espero e Vos amo

Final: All earth rejoice with a gladsome voice – António Vivaldi


:: fotos com história [2]

…recupERAndo novamente os recessos da nossa história, publicamos hoje uma foto do início da década de 90, quando o grupo estreou o primeiro uniforme oficial. com CORes muito garridas e vistosas, a opção de então foi a côr rosa choque para a blusa das mulheres e saia preta; no caso dos homens, era utilizado um smoking preto, camisa branca e laço e faixa da cor da blusa das senhoras… o resultado era tipicamente década de 90…

à data o coro contava com aproximadamente 40 vozes, e a direcção artística estava a cabo da maetrina Zélia Ferreira Gomes.

GCE 002


:: novas instalações…

… desde o passado mês de julho, o grupo coral do estreito realiza os seus ensaios num novo espaço… trata-se, sem dúvida nenhuma, do espaço cultural mais nobre da freguesia do estreito de câmara de lobos. refiro-me obviamente ao centro cívico do estreito.

este equipamento público foi construído recentemente pela sociedade metropolitana de desenvolvimento e é um dos edifícios ícones da arquitectura que tem sido concebida na madeira nos últimos anos. sou suspeito de falar sobre o assunto, por um lado porque conheço um dos arquitectos que o concebeu e, por outro lado, porque gosto especialmente da arquitectura contemporânea.

a proposta arquitectónica da equipa Risco A4, resultou num conjunto edificado estremamente elegante e bem inserido na envolvente. apesar da volumetria, há que reconhecer que o recurso, por um lado ao vidro e por outro ao revestimento de grande parte do edifício por lâminas de madeira de pinho sueco, permitiu criar uma transparência em todo o conjunto arquitectónico. esta solução torna a leitura do edifício dinâmica e versátil, criando múltiplas possibilidades de interpretação, dependendo da localização em que o observamos…

ao nível funcional, há destacar que o edifício comporta uma sala multiusos, com anfiteatro para cerca de 150 pessoas, e, diga-se, muito apropriado para concertos de música coral. na outra ala do edifício destaca-se a biblioteca, um espaço amplo, arejado e com uma luz fenomenal, muito convidativo à contemplação dos livros e da leitura. no andar superior funciona um espaço polivalente, onde se inscreve uma área para realização dos ensaios do grupo coral do estreito, uma sala que funciona como sede do grupo coral, onde fazemos a garda do espólio, e uma outra sala onde funciona a sede da ACRE, associação cultural e recreativa do estreito. no piso zero funciona o átrio de entrada, local este que recebe pontualmente exposições temporárias.

deixamos aqui alguns registo fotográficos do centro cívico do estreito, tirados daqui.

CCEL 1

CCEL 2

CCEL 3

CCEL 4


:: próximas actuações…

…contrariando a cRIse, a tal que os especialistas vêm agora dizer-nos que já está a passar – a ver vamos -, a AGEnda do grupo coral do estreito neste verão foi das melhores dos últimos anos… com quatro actuações remuneradas, não nos podemos de facto queixar da nossa sorte… são os frutos do TRABALHO que temos vindo a fazer… é merecido, tanto mais que pró ano queremos fazer mais uma saída da madeira, e, para tal, é preciso trabalhar muito e amealhar trocos para fazer face às despesas…

assim, depois das festividades de Nossa Senhora do Bom Sucesso, que decorreram no pretérito fim-de-semana, temos programadas ainda as seguintes actuações, antes de irmos de férias:

dia 16 de agosto | 16h00 | solenização da festa do Santíssimo Sacramento, na paróquia de Nossa Senhora da Graça, freguesia do estreito de câmara de lobos

dia 22 de agosto | 16h00 | Solenização de casamento na paróquia de São Martinho, funchal

dia 06 de Setembro | 16h00 | solenização da festa do Santíssimo Sacramento da paróquia de Nossa Senhora da Encarnação – sítio do covão, freguesia do estreito de câmara de lobos

depois… depois, faremos uma breve pausa de uma semana, e regressamos logo ao trabalho, pois em outubro há mais… para esse mês já está agendado o concerto do dia do concelho de câmara de lobos e o concerto para comemoração dos 20 anos de actividade do grupo coral… a seu tempo daremos mais pormenores…


Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.