… estreia-se dentro de poucos dias no Teatro Municipal Baltazar Dias, no cidade do Funchal, integrada no programa das comemorações dos 500 anos.
Esta produção foi especialmente concebida para assinalar a efeméride do 5º centenário da capital madeirense. A Orquídea Branca é uma ópera em dois actos, cuja autoria musical é do consagrado compositor português Jorge Salgueiro.
A destacar nesta produção a participação da nossa maestrina Maria José Ferreira como uma daz vozes do elenco principal dos protagonistas da ópera.
A seguir transcrevemos a notícia que foi hoje publicada no DN Madeira, sobre o evento, para conhecimento de eventuais interessados:
Entre 15 e 25 euros é quando vai despender para assistir à estreia mundial de ‘A Orquídea Branca’, a ópera composta por Jorge Salgueiro a partir do libreto de João Aguiar. Um valor bem abaixo do praticado no continente.
Esta superprodução do Gabinete Coordenador de Educação Artística feita de raiz para a comemoração dos cinco séculos da cidade do Funchal estreia no próximo dia 27, no Teatro Municipal Baltazar Dias. Os bilhetes vão ser colocados à venda na próxima segunda-feira, mas o Teatro já está a aceitar reservas. Vão custar entre os 15 e os 25 euros, dependendo do local de onde vê o espectáculo. A plateia e os camarotes principais serão os mais caros, como habitualmente acontece quando a sala é dividida. ‘A Orquídea Branca’ é uma ópera ao estilo italiano, onde o romance e a tragédia se conjugam em dois actos, o primeiro de uma hora e o segundo de uma hora e meia.
A jovem soprano madeirense Carla Moniz é solista nesta produção que relata, com base nos factos históricos da passagem da comitiva real de D. Maria Amélia de Bragança pela Região, uma paixão fictícia e não concretizada entre a jovem princesa e um homem do povo. A Princesa D. Maria Amélia de Bragança apaixona-se por José Maria, o jovem jardineiro, interpretado por Rui Baeta. Este barítono é uma voz conhecida do Teatro São Carlos, espaço que referência nacional no canto lírico.
O elenco é composto ainda pela soprano Lúcia Lemos, que vai interpretar o papel de mãe e Imperatriz D. Amélia Augusta de Beauharnais; pelo tenor Carlos Guilherme, nesta produção, Cónego António Joaquim de Andrade; por Manuel Rebelo (barítono) que será o médico Professor Barroso e por Diocleciano Pereira (tenor), aqui como comandante da Fragata D. Fernando. Maria José (soprano) e Tiago Pereira (tenor) desempenharão os papéis de Maria e Agostinho, os pais do jovem jardineiro e Inês Madeira (mezzo) será a Rosinha, a namorada de José Maria. Além destes, a ópera conta ainda com Sandra Pimenta (mezzo) como Ti Jesuína, uma mulher do povo; Pedro Nascimento (tenor) como Tio Lopes, o chefe dos jardineiros; Ester Câmara (mezzo) como Ana, a criada da Imperatriz; Sara Gomes (soprano) como uma rapariga do povo e Fernando Almeida (baixo) como o Bispo do Funchal D. Manuel Martins Manso. Ricardo Araújo (barítono) será o Governador Civil. Ao todo, trabalham nesta produção para além dos 16 solistas, cerca de 120 outros artistas, integrados nos coros misto e infantil, no grupo de dança, no grupo de teatro e na Orquestra do Gabinete.
A ópera estreia na segunda-feira, dia 27 pelas 21 horas. Estará em cartaz nos dias 28, 29, 31 de Outubro e 1 de Novembro à mesma hora. No dia 2, o último dia de apresentação, começa às 17 horas.

Um excelente espectáculo! Estão de parabéns todos os intervenientes.
Não tenho palavras para descrever o que senti quando contemplei esta maravilhosa Opera.
Arrepiei me ao ver e ouvir algo que nunca pensei ser possível aqui na Madeira. Muitos parabéns à iniciativa do GCEA.
Muito obrigada e que fosse possível repetir para o ano que vem!
Lindo mesmo!